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Ferramentas

Minha bancada

A máquina, o sistema e as ferramentas com que eu trabalho. As linguagens e os frameworks estão na página inicial, cada um com o projeto onde aparece.

Máquina
  • Avell C62notebook
  • GeForce RTX 20606 GB, é ela que roda Unity e Blender
  • 64 GB de RAM
  • SSD de 2 TB

Bem longe dos dez quadros por segundo do meu primeiro cubo.

Sistema
  • Windows 11para C# e jogos
  • Linux no WSLpara o resto do código

Como a divisão ficou assim está mais abaixo.

Editores
  • Neovim
  • VS Code
  • Visual Studio Community
Terminal
  • Fishmeu shell padrão
  • Tmux
  • Git
  • Docker
Com IA
  • Claude Code
  • Codex
  • OpenCode

Inclusive os recursos avançados, como skills e especificações.

Design e vídeo
  • Photoshop
  • Figma
  • DaVinci Resolvepara edição

Os sites da Vale Verde e do Samara Advogados foram desenhados aqui antes de virar código.

Jogos
  • Unity
  • Blender

Para o jogo que eu estou fazendo, e para seguir estudando desenvolvimento de jogos em C#.

Notas
  • Obsidian

História

Do Ubuntu ao WSL

Quase nove anos de Linux e algumas voltas pelo Windows, na ordem em que aconteceram. Como o primeiro Ubuntu chegou está na página Sobre. Aqui a história começa depois dele.

  1. O começo

    Ubuntu

    O primeiro, e o que me ensinou que sistema operacional se troca como qualquer outro programa. Quando caiu essa ficha, eu quis conhecer os outros.

  2. Testando de tudo

    Debian, Fedora, Mint

    KDE, XFCE, GNOME

    Três distros e três ambientes gráficos, um atrás do outro. Cada instalação me mostrava alguma coisa que a anterior escondia, e cada uma durava até a próxima parecer mais interessante.

  3. A fase Arch

    Manjaro, depois Arch

    O Manjaro foi minha porta de entrada nos sistemas baseados em Arch. Dali para o Arch puro foi mais um passo, e com ele o sistema passou a ser exatamente o que eu instalava, nada além disso.

  4. A fase i3

    Arch

    i3wm

    Por muito tempo meu desktop foi o i3wm, um gerenciador de janelas em que quase nada vem pronto: cada atalho e cada canto da tela é uma linha que você escreve num arquivo de texto. Escrevi muitas. Até que num domingo à noite percebi que tinha passado mais um fim de semana inteiro configurando o computador em vez de usar.

  5. De volta ao simples

    Fedora

    GNOME

    Então voltei para o Fedora, com o GNOME do jeito que vem, e quase não mexi em nada. Foi nele que passei quase toda a minha vida profissional: um sistema que liga e sai da frente.

  6. 2024 a 2025

    Windows 11

    Na agência o computador era da empresa, e rodava Windows por causa do pacote da Adobe.

  7. 2025

    Fedora

    GNOME

    Na Vale Verde, voltei direto para o Fedora.

  8. Hoje

    Windows 11 e WSL

    Aqui quem decidiu foram os jogos. Dá para fazer jogo no Linux, e os problemas que ele colocaria no caminho eu saberia resolver. Só que para desenvolver jogo o Windows ainda está na frente, e eu preferi gastar energia aprendendo game design e tudo o mais que um jogo pede, em vez de brigar com gargalo. Sabia o preço e aceitei: deixar para trás um setup de Linux maduro, que eu mesmo montei, e a memória muscular de gerenciador de janelas que ficou da fase i3. Então o Windows 11 fica com o C# e os jogos, e o Linux segue no WSL, onde rodam todos os meus outros projetos.